O acompanhamento é totalmente personalizado. Durante o processo terapêutico, buscamos compreender com profundidade seus sintomas, identificar padrões de pensamento e comportamento que contribuem para a ansiedade e, a partir disso, construir um plano terapêutico estruturado e aplicável ao seu dia a dia.



A ansiedade costuma aparecer como um “alerta ligado o tempo todo”: preocupação que não desliga, tensão no corpo, medo do que pode acontecer e dificuldade de relaxar. Na TCC, o trabalho é colaborativo e estruturado: você aprende a entender seus padrões — construindo autonomia com consistência, sem pressa e sem julgamento.

Mapeamos sintomas, gatilhos e o que mantém o ciclo da preocupação no seu dia a dia.

Você compreende o funcionamento do corpo e da mente para reduzir medo.

Trabalhamos na construção de segurança respeitando seu ritmo.

Estratégias para lidar com tensão, irritabilidade, cansaço mental e sobrecarga.

Ajustamos pontos do seu cotidiano para criar um ambiente mental estável.

Ferramentas para lidar com ruminação, antecipação e “e se…?” de forma mais funcional.
O processo terapêutico é conduzido com base na Terapia Cognitivo-Comportamental, integrando escuta cuidadosa, estrutura técnica e adaptação às necessidades de cada pessoa. Ao longo das sessões, buscamos compreender os fatores que estão por trás da ansiedade, identificar padrões de pensamento e comportamento.
Aqui, você não precisa “dar conta de tudo”. A terapia é um espaço seguro para construir clareza e estratégias possíveis.



Sou Luana Paiva, psicóloga CRP: 17/6456, formada há 4 anos, com atuação em psicoterapia para adultos e foco em ansiedade pela Terapia Cognitivo-Comportamental. Sou pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental (PUC-RS) e busco oferecer um acompanhamento com escuta cuidadosa, técnica e um plano terapêutico ajustado ao que funciona para você! Também realizei formação em TCC para transtornos de ansiedade com referência como Artmed e Beck Institute.
Aqui você encontra as dúvidas mais frequentes com respostas rápidas.
Sim. Existem evidências de que a psicoterapia pode ser efetiva, e isso depende de alguns fatores. O foco é que o trabalho em conjunto — psicóloga e paciente — construa resultados possíveis, com acompanhamento, técnica e constância.
Não. Mesmo que exista dificuldade para se expressar, isso também pode ser desenvolvido no processo. Não há julgamento: além de técnica e ética, a terapia envolve respeito, acolhimento e compreensão.